quinta-feira, 23 de maio de 2013

As Catacumbas do Inferno

As Catacumbas do Inferno


      Era um lindo dia de Verão e o Gabriel o Fernando e o Hugo estavam de ferias no Havai. Quando la chegaram eles foram logo explorar o vulcão adormecido quando o Pedro um dos amigos do Gabriel foi puxado para um buraco por uma mão verde e mistério!
     Logo o Gabriel e o resto dos amigos saltaram para o buraco e quando chegaram la baixo o Hugo estava preso por dois Robôs pretos que tinham sido actualizados por uma tecnologia inexistente nesse tempo.
     Logo o eles se esconderam  atrás de uma pedra enquanto os robôs falavam com o Hugo:

    - O que fazes nas catacumbas do inferno?-Perguntou o robô.
    - Não é da tua conta!- Respondeu-lhe o Hugo.
    - Então vais para o centro das catacumbas do inferno o cemitério de fogo lá falaras ou então  morreras! Há há há há!- Disse-lhe o Robô.
    - Temos de os impedir senão o Hugo vai ficar mais queimado do que um frango de churrasco!- Sussurrou o Gabriel para o Fernando.
    Então eles partiram ao salvamento invitando armadilhas como aranhas mortíferas, terrenos de espinhos, lago com piranhas sedentes de sangue…
    Quando chegaram ao coração das catacumbas, eles fizeram um emboscada mas mesmo assim os robôs prenderam-nos e o robô mais inteligente disse:

    - Se algum de vocês me derrotar num jogo de xadrez ficam todos em liberdade mas aviso-vos muitas pessoas tentaram mas nunca ninguém consegui!
     Então eles aceitaram o desafio e no final o robô espertalhão acabou por perder, mas era espertalhão e mentiroso e logo retirou a sua palavra.

    -Larga-nos Robô mentiroso!-Disse o Hugo.
    -Estas a falar para mim, então vamos brincar com o Fogo!-Disse o robô.
    -Fogo que fogo?-Perguntaram eles. 
    -A lava do vulcão!-disse o robô.
    Então nesse preciso momento o robô pega neles e tenta atira-los para o vulcão. Mas algo misterioso aconteceu o vulcão que estava inactivo a anos activou-se e estava prestes a explodir. Os três amigos aproveitaram para fugir mas os robôs não tiveram tanta sorte os robôs nunca mais deram sinal de vida e os três amigos tinham uma nova historia para contar.

Autor:Gabriel Pereira






quarta-feira, 22 de maio de 2013

Quadras de Amor

Quadras de Amor

Minha Querida
Vou sempre te amar
Minha Querida
Podes confiar.

Gosto de ti
E sempre irei gostar
Faço tudo por ti
Até me posso matar.

Meu Amor
És a minha luz
Não me infrinjas dor
Porque eu amo o teu Amor.

Autor:Gabriel Pereira


A Missão

A Missão

    Gaspar passava as tarde de primavera no bosque e partilhava as brincadeiras no riacho de pedras escorregadias cheias de musgo com seu amigo Pipo, um esquilo muito simpático e cómico. Numa dessas tardes amenas e galhofeiras,  o coelho esperava o seu amigo para desafiarem a água que corria por entre as margens cobertas de mantas de flor inocente do agrião.
    Pipo tardou e Gaspar, já preocupado, via o sol soalheiro e radioso a escapar-se por entre os carvalhos. Correndo, esbaforido, Pipo chega perto de Gaspar e, quase sem poder falar, explica porque havia demorado.
    -Desculpa amigo, cheguei atrasado porque encontrei uma raposa muito aflita!
    Gaspar, que entretanto acalmou Pipo, diz:
    -Ora conta lá essa história como deve ser.
    Pipo, em chorrilho de soluços e gagueira, descreveu o encontro com a raposa Lisa. A raposa, de pelo cor de tijolo e focinho muito aguçado, estaria a chorar junto a um centenário vigoroso carvalho, que servia de abrigo a muitos animais. Pipo ficara a saber que Mafalda, a raposinha da D. Lisa, estava de cama muito doente.  A mãe, angustiada e desassossegada, não sabia mais o que fazer. Percorrera o bosque todo em busca das flores milagrosas que a coruja sábia lhe havia recomendado capazes de curar a sua pequena.
    -Eu sei onde encontrar essas flores! - exclamou Gaspar - As flores Melagratix só resistem no cimo da Montanha Assombrada!
    -Na mon -mon - ta -ta - nha assssss - ombraaaada?! - gaguejou, novamente, Pipo - mas .., nunca ninguém saiu de lá com vida!
    -Pipo, acreditas em mim, amigo?! - perguntou, confiante, Gaspar.
    -Sim, acredito! - respondeu, ainda medroso, Pipo.
    Os dois amigos de diversão tinham agora pela frente um espinhosa e complicada tarefa.
A missão a que se tinham proposto enfrentar, valeria todo o seu esforço e coragem.
    -Mafalda ficará curada! - afiançaram os dois amigos.
    Ao anoitecer, Gaspar o destemido coelho, e Pipo estavam de volta ao velho carvalho com as milagrosas flores. A luz que as Melagratix irradiavam ajudara-os a descer com ligeireza a sombria montanha.
    Como prometera a anciã coruja, a doença da raposinha Mafalda cedeu ao poder curativo das flores, da dedicação de Pipo e coragem de Gaspar.

Autor:Gabriel Pereira